Batalha dos Milionários
Batalha dos Milionários: a guerra medieval dos argentinos que envergonhou a Copa
A batalha travada no domingo, 29/07/26, na final da Copa da FIFA entre as seleções da Espanha e da Argentina, durante o segundo tempo e após a prorrogação, foi marcada por uma baixaria generalizada por parte dos argentinos, que aterrorizou e entristeceu o mundo.
Apesar de todas as recomendações da FIFA e da educação formal necessária para que um bom jogador de futebol integre uma seleção nacional, o que se viu foi uma verdadeira guerra medieval.
Em campo, os agressores eram todos senhores milionários, que mostraram que dinheiro não compra respeito.
Lionel Messi recebe cerca de 25 milhões de dólares por ano apenas em salário no Inter Miami, podendo chegar a valores entre 70 e 140 milhões de dólares anuais quando somados os patrocínios.
O elenco completo da Seleção Argentina tem valor de mercado próximo de 1 bilhão de dólares.
O custo total dos salários dos jogadores convocados gira em torno de 220 a 230 milhões de dólares por ano.
Tanto a Argentina quanto a Espanha possuem elencos extremamente caros, repletos de jogadores multimilionários.
Apesar de tudo isso, o que se viu no segundo tempo e na prorrogação foi uma baixaria generalizada, uma verdadeira guerra medieval dentro de campo.
Só resta saber se, com todo o aparato tecnológico transmitindo essas agressões em tempo real para o planeta, haverá alguma reação punitiva por parte dos organizadores.
Se a resposta for “acabará em pizza”, estará comprovado o célebre comentário de Tite (Adenor Leonardo Bacchi), um dos maiores técnicos da história recente do futebol brasileiro:
“Agressão não é falta de futebol. Isso não é futebol. Quando você tem uma falta violenta, um carrinho por trás, um pisão, tem que ser punido com rigor. Não pode virar só uma falta comum. Estamos colocando em risco a integridade física dos jogadores. O jogador habilidoso, o que joga com talento, está sendo caçado em campo e muitas vezes nada acontece. Precisamos de mais rigidez da arbitragem e da Justiça Desportiva.”
Meus comentários finais
É uma pena que um espetáculo tão maravilhoso seja ofuscado por atos de vandalismo costumeiros, vistos dentro e fora de campo, principalmente quando dois grandes adversários se encontram.
Melhores eram os tempos em que não havia patrocinadores.
MM


